Há sempre uma nostalgia estranha associada ao mês de Novembro. Os cheiros, os sons, parece-me sempre que o tempo fica descompassado e lembro-me de anos anteriores, de pessoas a quem perdi o rasto, das brincadeiras de criança, das minhas avós e de pormenores que pensava ter esquecido. Há uma cor diferente nas coisas. Fico triste, com a tristeza boa da saudade, dos projectos e sonhos por realizar, da brevidade da vida e da importância de cada segundo que está aqui e... ups, já passou.
segunda-feira, novembro 06, 2006
sexta-feira, novembro 03, 2006
quinta-feira, novembro 02, 2006
Earl Grey
O meu irmão, ao telefone do seu exílio nos Açores, confidencia: "tenho saudades de estar aí convosco, a beber chás e ver televisão". E são momentos destes que me deveriam levar a repensar a minha vida. Mas posso sempre repensá-la enquanto bebo um chá e vejo televisão.
das coisas que dão cor à vida
"The remarkable thing about fearing God is that when you fear God, you fear nothing else, whereas if you do not fear God, you fear everything else.” Oswald Chambers
A ideia é gira, contudo, eu temo a Deus e, ainda assim, tenho um medo pavoroso da dor física e da doença. Deus é maior e a morte não é o fim mas nem por isso uma dor deixa de doer. E isso é tramado. E fascinante.
A ideia é gira, contudo, eu temo a Deus e, ainda assim, tenho um medo pavoroso da dor física e da doença. Deus é maior e a morte não é o fim mas nem por isso uma dor deixa de doer. E isso é tramado. E fascinante.
HUC
A noite que se segue ao cortejo da Latada em Coimbra, é uma das melhores para se passar na sala de acompanhantes das urgências dos Hospitais da Universidade de Coimbra. Ainda por cima este ano era noite das bruxas. Vê-se de tudo. Ironicamente, chega a ser divertido.
quarta-feira, outubro 25, 2006
finalmente, chuva
A noite pareceu normal. Está bem que choveu qualquer coisa mas não me pareceu nada de anormal. Depois só se falava em inundações e parecia-me tudo um exagero. Até descobrir autenticos pedregulhos arrancados da calçada e arrastados algumas centenas de metros até à rotunda da esquina. Fiquei impressionada, sim senhor.
crise de identidade
Se viesse parar aqui por acidente, ia achar a tipa deste blog tão insuportavel que não voltava a pôr cá os pés.
terça-feira, outubro 24, 2006
Publicidade 1 - Raquel 0
Vem-me parar às mãos um daqueles livrinhos promocionais de distribuição gratuita com parte do primeiro capítulo de um livro. Acho piada a lê-los porque são quase sempre de livros que nunca me ocorreria comprar e assim fico com uma ideia - ou seja, permitem-me falar mal com a desculpa de ter algum conhecimento de causa.
Em cima, numa faixa cor-de-laranja: "Uma secreta e perigosa intriga de cortesãos" (mesmo a gritar que este seria só mais um livro a evitar); depois a capa pavorosa e o título "D. Sebastião e o vidente" a misturar o histórico com o fantástico como infelizmente parece ser moda enquanto vender.
Grave é que até nem desgostei. A escrita é agradável e eu que nunca gostei de romances históricos nem de revelações e que não suporto aquela capa, até já insinuei ao marido que me ofereça o livro no Natal.
Ninguém é perfeito.
cocooned
Não há nenhum lugar em que me sinta tão bem como em casa. E assumir que este T2 pequeno e com localização longe de perfeita é, para mim, o melhor sítio do mundo, soa-me a medíocre mas é a mais pura das verdades.
segunda-feira, outubro 23, 2006
terça-feira, outubro 17, 2006
quarta-feira, outubro 11, 2006
sexta-feira, outubro 06, 2006
terça-feira, outubro 03, 2006
quinta-feira, setembro 28, 2006
please, fasten your seat belts
Dia 9 devo fazer o meu primeiro vôo depois de ver o "United 93" e o "World Trade Center". Não é o meu primeiro vôo pós 11 de Setembro mas vou mais apreensiva agora. Acho que é inevitável lembrarmo-nos de uma cena ou outra, e nem achei os filmes nada de especial. Este medo sucks.
quinta-feira, setembro 21, 2006
bem aventuranças
A minha amiga Leonor entrou para Medicina. E estou feliz por ela.
O meu marido ficou colocado numa escola a menos de 5 minutos de casa. E estou feliz por ele.
Chove, mas pelo menos não está muito frio. E estou feliz por mim.
O meu marido ficou colocado numa escola a menos de 5 minutos de casa. E estou feliz por ele.
Chove, mas pelo menos não está muito frio. E estou feliz por mim.
terça-feira, setembro 19, 2006
19 Setembro 2006
O clã Heleno (apelido de solteira) andava em apuros. Têm nascido maioritariamente miúdas e não somos muito adeptos das modernices por isso o nome estava em risco de não atingir as próximas gerações. Trágico.
O meu irmão continua alvo de muitas expectativas mas, finalmente, o primo Heleno que restava deu cartas e nasceu hoje o João Francisco Heleno. Há futuro.
O meu irmão continua alvo de muitas expectativas mas, finalmente, o primo Heleno que restava deu cartas e nasceu hoje o João Francisco Heleno. Há futuro.
quarta-feira, agosto 23, 2006
sexta-feira, julho 07, 2006
sexta-feira, junho 30, 2006
sábado, junho 24, 2006
o recomeço
Não há melhor maneira de termos a certeza que tomámos a atitude certa do que aquele sentimento imediato de liberdade e a alegria genuína a encher-nos os pulmões como se o ar tivesse ficado instantaneamente mais puro.
segunda-feira, junho 19, 2006
segunda-feira, junho 12, 2006
sexta-feira, junho 09, 2006
quarta-feira, junho 07, 2006
terça-feira, junho 06, 2006
pessoas I
O meu avô dizia que as pessoas que gostam de cantarolar sozinhas por tudo e por nada ao longo do dia nunca são más pessoas.
pessoas
Pessoas que riem demasiado e pessoas que não riem. Presumo sempre que tenham algum problema sério por resolver.
cromos e cadernetas
Também te interessam aqueles imans p'ró frigorífico com os jogadores, que dão na GALP por cada 20€ de combustível abastecido, Miguel?
quinta-feira, junho 01, 2006
cá no trabalho
Tinhamos marcado uma sardinhada para hoje. Com broas de milho, pimentos grelhados e salada de tomate e alface. Os pescadores marcaram greve para ontem e boicotaram-nos os planos.
presunção e água benta
Antes acho que até era uma miúda culta. Havia gente mais velha com grandes expectativas em relação a mim e eu chegava a ser uma convencida irritante. Perdi a paciência para a maior parte dos livros maçudos, para o palavreado da tanga, para a música alternativa, para encenar ares afectados, para a apologética e ando menos deprimida que antes. Na semana passada pintei o cabelo de vermelho e tive algumas saudades de quando ainda acreditava que era diferente das outras pessoas. Saudades da adolescência. A ingenuidade às vezes é uma benção. Mas sou mais feliz e a minha professora vai ter que me desculpar a desilusão. Sou normal e gosto.
quarta-feira, maio 31, 2006
brincar às casinhas
é uma mania deprimente. Tenho cadernos com as páginas cheias de rabiscos de fachadas e plantas de casas, invento orçamentos e faço estimativas de custos, escolho móveis e cores, candeeiros e depois desisto da ideia e começo de novo. Compro dezenas de revistas de arquitectura ou design de interiores cheias de banalidades e publicidade mas passo horas a folheá-las. Na minha cabeça e naquele caderno já restaurei quase todas as casas que conheço. Não tive uma casa de bonecas quando era pequena, talvez seja um trauma.
terça-feira, maio 23, 2006
a apurar os culpados
Tenho a sensação de viver longe demais de toda a gente. Mas sou eu ou serão os outros quem vive longe demais?
segunda-feira, maio 22, 2006
Hoje faz-se história. Ou não.
Por cá vive-se o dia de todas as emoções. Depois de quase 4 meses de salários em atraso, acontece daqui a minutos a reunião que (supostamente) decidirá o futuro de um monte de gente (eu incluída). Tenho expectativas elevadas em relação ao espectáculo mas não vou poder assistir. Prometem-se momentos de entretenimento de elevada qualidade: discursos acesos e emocionados, encenações com palavras crispadas, insinuações, despedimentos e contratações, explosões e implosões... mas o mais provável é ficar tudo na mesma.
sexta-feira, maio 19, 2006
antes não gostava de morangos

"Esquece tudo o que pensas que sabes sobre morangos" - dizia-me um colega antes da visita a um campo de ensaios com uma variedade de morangueiros usados para aromas. Tinha razão.
quarta-feira, maio 17, 2006
terça-feira, maio 16, 2006
hipocondria
Instalaram aqui ao lado uma antena gigantesca da Optimus. Provavelmente é psicológico mas, cada vez que me lembro dela ou olho para lá, fico com dores de cabeça.
quarta-feira, maio 10, 2006
segunda-feira, maio 08, 2006
domingo, maio 07, 2006
sexta-feira, maio 05, 2006
+ lamúrios dispensáveis mas terapêuticos
Apesar do emprego vir mesmo muito em baixo na minha lista de prioridades, começo a ficar farta de ter que me sujeitar a situações que para além de impensáveis me deixam a auto-estima como um trapo amarrotado a um canto. Arrependo-me do curso que tirei desde o dia em que entrei para a faculdade. Acomodei-me por não me ocorrerem alternativas de que gostasse e 10 anos depois continuo à espera de as encontrar. Não há nada que eu goste de fazer e não há nada pior do que isso.
quarta-feira, maio 03, 2006
tolerância 0
Não há paciência para as pessoas que se descrevem a si próprias e aos seus comportamentos como "profissionais".
reformulo
Não sou a única idiota viva que confunde Robert de Niro com Al Pacino.
(peço desculpa a quem se considerar pessoalmente ofendido. Era, isto sim, inevitável)
segunda-feira, abril 10, 2006
inevitável
Sou a única idiota viva que confunde Robert de Niro com Al Pacino.
(Acho os nomes parecidos. Sim, eu sei...)
(Acho os nomes parecidos. Sim, eu sei...)
quinta-feira, abril 06, 2006
resumindo a minha vida:
Gosto de pessoas com sardas mas nunca gostei de ser sardenta.
Não percebo porque é que toda a gente gosta de chocolate.
Aos 28 anos ainda não descobri a minha vocação, se é que isso existe.
Gosto da palavra "implosão".
Dizem os estudos que é na Primavera e no Outono que se regista o maior número de depressões, eu não confio em estudos.
Não suporto blogues, principalmente este.
Também não morro de amores por pedantes.
Beber água e dormir são as minhas duas actividades preferidas.
quarta-feira, abril 05, 2006
hora de Barcelona x Benfica
Melhor altura para se fazerem compras sem encontrões nem atropelos e sem filas nas caixas registadoras. Via verde.
segunda-feira, abril 03, 2006
Crescer

Depois do almoço, andei a apanhar praganas e a relembrar as tardes passadas a apanhá-las para encher as camisolas das vizinhas.
"Quantos namorados tens?"
"Nenhum!"
"Mentirosa, tens 4!"
"Tens 12!"
E chegava a haver choro e tudo, na altura em que ter um namorado era sinal de fraqueza.
Às vezes tenho tantas saudades daquelas tardes sem relógio que duravam uma eternidade, passadas a correr no meio dos campos, a apanhar flores e a construir casas no cimo dos montes de tijolos antes de se transformarem em muros.
quinta-feira, março 30, 2006
terça-feira, março 28, 2006
segunda-feira, março 27, 2006
terça-feira, março 21, 2006
quinta-feira, março 16, 2006
um amor diferente
queria escrever um post mais pessoal mas não consigo. A exposição apavora-me. Ainda bem.
apontamento ligeiramente político de quem não percebe de política
Se o Ministro da Agricultura se demitir ou fôr demitido como cedência às declarações mentecaptas e vergonhosas dos supostos representantes dos interesses dos agricultores, vou ficar triste e desiludida.
sexta-feira, março 10, 2006
The Office
Tenho recorrentes momentos de boa disposição súbita desde que resolvi colar uma folha com um smilley e a frase "Sorria, você está a ser filmado" no lado interno da porta do WC cá do trabalho. É sabido que nunca tive um humor muito refinado, contento-me com pouco.
quarta-feira, março 08, 2006
porque gosto de PUB
Há um novo shampoo Palmolive de oliva (ou de óleo de oliva?). Que é uma maneira agradável de se dizer shampoo de azeitona (ou de azeite?). Acho isto fantástico. Até porque há muito boa gente que seria incapaz de usar shampoo de azeitona mas compra o de oliva que até soa a coisa fina.
terça-feira, março 07, 2006
melancolia, da boa
O céu está branco. Não chove nem se vê o Sol. Não há muito vento e não está frio nem calor. E percebo, com alguma surpresa, que afinal até gosto destes dias aborrecidos que não são "nem boi nem vaca".
segunda-feira, março 06, 2006
24
Um adulto deve dormir pelo menos 8 horas diárias. Tenho que acordar todos os dias às 8h, devo então deitar-me sempre antes da meia noite. Chego a casa às 18h e fico a pensar como é que se encaixam livros, filmes ou algum hobby, com cozinhar, jantar, arrumações e limpezas, compras p'rá casa, limpar a caixa da areia dos gatos, dobrar (e lavar e secar) roupa, fazer a depilação, ir ao cabeleireiro uma vez ou outra, cortar as unhas, fazer baínhas em calças, mudar cortinas, mudar os lençóis da cama, aspirar a casa e o carro, limpar os móveis, despejar os sacos do lixo, ir ao ecoponto, lavar o carro, esfregar o tecto da casa de banho, limpar a banca da cozinha, passar o chão de madeira a pano ou regar as plantas.
Não sei se do que não gosto é de ser adulta, se é de não ser muito rica ou se é de tudo.
domingo, março 05, 2006
segunda-feira, fevereiro 27, 2006
domingo, fevereiro 26, 2006
quarta-feira, fevereiro 22, 2006
terça-feira, fevereiro 21, 2006
depois da tempestade
No fim-de-semana trovejou. Os relâmpagos eram assustadores, chovia muito, o vento uivava pela casa toda e eu dormi com a porta do quarto trancada e a cabeça tapada como sempre que fico sozinha em casa. Ontem ainda houve relâmpagos, trovões que pareciam ali ao lado e muito, muito granizo. Os narcisos à janela sofreram.
Hoje o céu está azul, vê-se o Sol, soube que vou receber o ordenado de Dezembro e tenho uma amiga histérica aqui ao lado porque o pai conseguiu bilhetes para o jogo do Benfica. Vista assim, a vida até parece fácil.
segunda-feira, fevereiro 20, 2006
nunca fui optimista
Na gama que deverá existir entre ser-se extremamente pessimista e ser-se realista, já devo ter experimentado um bocadinho de tudo. Ultimamente, o frio, as estatísticas do desemprego, a má televisão e as novidades do médio oriente não me têm largado. Gostava de funcionar com interruptores.
sexta-feira, fevereiro 17, 2006
Estou cansada de trabalhar por conta de outrém.
Aceito propostas para sócios e projectos, no e-mail do costume.
terça-feira, fevereiro 14, 2006
5
- Mania de exagerar tudo;
- Mania de não comer sopa cozinhada por pessoas desconhecidas;
- Mania de dramatizar todas as situações;
- Mania de rir e falar muito quando estou insegura;
- Mania de conduzir desatenta (mais um problema que uma mania).
E agora vou ali atirar-me de um prédio.
quinta-feira, fevereiro 09, 2006
terça-feira, janeiro 31, 2006
segunda-feira, janeiro 30, 2006
let it snow
Apercebo-me com algum desconforto que nevou em quase todo o lado menos cá. Não me parece justo nem sequer razoável que tenhamos que suportar este frio sem o brinde de uns quantos flocos de neve. Fiquei contente por ter que usar um frasco de álcool p'ra tirar a camada de gelo dos vidros do carro, foi quase o delírio demorar mais de 10 minutos a pôr o carro a trabalhar só porque me esqueci de o deixar na garagem, fiquei ao rubro quando a água que atirei para o pára-brisas congelou no momento imediato em que tocou o vidro e fiquei sem visibilidade nenhuma no meio do trânsito. Foram muitas emoções fortes mas como não pude passear com um boneco de neve no capot não me sinto verdadeiramente integrada neste país. Estou a repensar as minhas opções de vida.
quarta-feira, janeiro 25, 2006
ouvir mais
Não sei as resoluções de ano novo tomadas no final de Janeiro serão válidas. Precisei de um período de reflexão mais longo mas valeu a pena, a decisão pretende ser séria: falar menos.
segunda-feira, janeiro 23, 2006
sexta-feira, janeiro 20, 2006
quarta-feira, janeiro 18, 2006
2:
Na 2:, por volta das 8h10 da manhã, um programa infantil traduzido e adaptado que me prende a atenção pela segunda vez. Deve chamar-se "as pistas da Blue" ou qualquer coisa parecida. Sento-me no sofá e fico parada e perplexa até aquilo acabar. Nem sei bem porquê. Talvez por achar que se fosse pequenina ia gostar mesmo daquilo, talvez por o apresentador (Duarte Gomes) fazer figuras perfeitamente ridículas a falar com bonecos, dançar e cantar coisas idiotas desafinadas, talvez por achar que se tivesse filhos pequenitos aquele seria dos poucos programas que ia gostar que vissem. Um colega diz-me que sou demasiado intransigente. Eu sei, mas sou só garganta.
terça-feira, janeiro 17, 2006
os quatro cantos do tempo
Hei-de ensinar-te, devagar (perdoa!),
a pressa com que Amor se pronuncia
e a conjugares a noite com o dia
quando o corpo do corpo se condoa
(...)
voar só vale a pena enquanto for
uma forma de amor além do amor,
furor que todavia não habites
(...)
David Mourão-Ferreira
saudades do mar
Vivemos 4 meses à beira-mar. Foram os piores 4 meses do ano para se viver num sítio sem aquecimento e com muita humidade: Outubro, Novembro, Dezembro e Janeiro. Foram os melhores 4 meses possíveis.
sexta-feira, janeiro 13, 2006
sei fazer pão, sei o que interessa

O cheirinho das leveduras do fermento biológico, as sementes de sésamo, o pão quente a sair do forno, a manteiga a derreter no pão...
Ainda não sei nada da vida.
um Mosteiro milenar
Sabe-se, com segurança, que o Mosteiro de Arganil já existia em 1086 e que foi transferido para a Mata de Folques por volta do ano 1190. O seu primeiro prior foi S. Gondolfe e não consigo ler ou pronunciar este nome sem o associar ao Senhor dos Aneis.
sexta-feira 13
Parolo escreve-se sem acento circunflexo. Pede-se desculpa pelo mau exemplo entretanto remediado.
quinta-feira, janeiro 12, 2006
parolo (adj. e s. m.): rústico, pacóvio
O que não é necessariamente negativo. Eu sou um bocado pacóvia e até acho piada.
Tenho vindo a tentar superar o Síndrome da Habitante do País Parolo Que Não Quer Parecer Parola Nem Assumir Que o País é Parolo. Nada como aceitarmos as coisas como elas são. E não estou a falar de conformismo.
quarta-feira, janeiro 11, 2006
terça-feira, janeiro 10, 2006
terça-feira
Entre colegas, planeamos enviar para os jornais um anúncio com os contactos do chefe a disponibilizar-se para animar festas infantis. Não é muito rebuscado, reconheço, mas para terça-feira também já não está mau.
o pão nosso de cada dia
Tenho um amigo que sabe fazer pão. Coisa rara. Esta semana, sem falta, aprendo os truques do fermento, do farelo, das farinhas integrais, da temperatura certa do forno e das sementes. Isto ainda vai render quando eu fôr grande e tiver um forno a lenha como a minha avó tinha.
segunda-feira, janeiro 09, 2006
sábado, janeiro 07, 2006
terça-feira, janeiro 03, 2006
2006
Depois de 3 dias sozinhos, os meus 3 gatos não destruíram a casa e, desta vez, nem sequer atiraram areia para fora do caixote. Esta noite esqueci-me de trancar as portas do carro durante a noite e ele continuava lá intacto pela manhã. Este só pode ser um bom ano.
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