é uma mania deprimente. Tenho cadernos com as páginas cheias de rabiscos de fachadas e plantas de casas, invento orçamentos e faço estimativas de custos, escolho móveis e cores, candeeiros e depois desisto da ideia e começo de novo. Compro dezenas de revistas de arquitectura ou design de interiores cheias de banalidades e publicidade mas passo horas a folheá-las. Na minha cabeça e naquele caderno já restaurei quase todas as casas que conheço. Não tive uma casa de bonecas quando era pequena, talvez seja um trauma.
quarta-feira, maio 31, 2006
terça-feira, maio 23, 2006
a apurar os culpados
Tenho a sensação de viver longe demais de toda a gente. Mas sou eu ou serão os outros quem vive longe demais?
segunda-feira, maio 22, 2006
Hoje faz-se história. Ou não.
Por cá vive-se o dia de todas as emoções. Depois de quase 4 meses de salários em atraso, acontece daqui a minutos a reunião que (supostamente) decidirá o futuro de um monte de gente (eu incluída). Tenho expectativas elevadas em relação ao espectáculo mas não vou poder assistir. Prometem-se momentos de entretenimento de elevada qualidade: discursos acesos e emocionados, encenações com palavras crispadas, insinuações, despedimentos e contratações, explosões e implosões... mas o mais provável é ficar tudo na mesma.
sexta-feira, maio 19, 2006
antes não gostava de morangos

"Esquece tudo o que pensas que sabes sobre morangos" - dizia-me um colega antes da visita a um campo de ensaios com uma variedade de morangueiros usados para aromas. Tinha razão.
quarta-feira, maio 17, 2006
terça-feira, maio 16, 2006
hipocondria
Instalaram aqui ao lado uma antena gigantesca da Optimus. Provavelmente é psicológico mas, cada vez que me lembro dela ou olho para lá, fico com dores de cabeça.
quarta-feira, maio 10, 2006
segunda-feira, maio 08, 2006
domingo, maio 07, 2006
sexta-feira, maio 05, 2006
+ lamúrios dispensáveis mas terapêuticos
Apesar do emprego vir mesmo muito em baixo na minha lista de prioridades, começo a ficar farta de ter que me sujeitar a situações que para além de impensáveis me deixam a auto-estima como um trapo amarrotado a um canto. Arrependo-me do curso que tirei desde o dia em que entrei para a faculdade. Acomodei-me por não me ocorrerem alternativas de que gostasse e 10 anos depois continuo à espera de as encontrar. Não há nada que eu goste de fazer e não há nada pior do que isso.
quarta-feira, maio 03, 2006
tolerância 0
Não há paciência para as pessoas que se descrevem a si próprias e aos seus comportamentos como "profissionais".
reformulo
Não sou a única idiota viva que confunde Robert de Niro com Al Pacino.
(peço desculpa a quem se considerar pessoalmente ofendido. Era, isto sim, inevitável)
Subscrever:
Mensagens (Atom)


