sexta-feira, julho 27, 2007

cabeça a minha!

A anterior referência aos ruivos, não fez justiça ao Conan O'Brien.

quinta-feira, julho 26, 2007

Vincent Van Gogh

Conhecia alguns quadros de Van Gogh (nomeadamente os famosos girassóis, como toda a gente) e achava piada a pronunciar-lhe o apelido correctamente depois de me ter sido ensinado por um holandês. Aparte isso, reconheço que desconhecia quase tudo, os ruivos nunca me despertaram muito a atenção.
Anteontem descobri acidentalmente que o famoso Vincent nasceu no mesmo dia que eu. A partilha do dia de aniversário criou uma ponte e em dois dias já lhe devorei duas biografias. Ou a identificação é mesmo importante, ou eu sou uma perfeita idiota.

silly season?

Agora que penso nisso... percebo que passei o ano inteiro assim.

quarta-feira, julho 25, 2007

Ontem nasceu a Raquel

Deu algum trabalho mas, finalmente, chegou. E com pontualidade britânica, mesmo no dia previsto já a preparar-se para crescer em Bristol (ou Cardiff?). Vou ter saudades.

terça-feira, julho 24, 2007

este blog está em férias








sexta-feira, julho 13, 2007

sexta-feira 13

Há menos de uma hora ligaram-me a perguntar se não teria perdido nada hoje. Fui lanchar com um colega esta tarde e, pelos vistos, perdi a carteira. Acharam-na num parque de estacionamento, obviamente já sem dinheiro.
Este fim-de-semana esqueci-me da máquina fotográfica em casa duns amigos. Hoje soube que eles não a acham lá. Afinal, devo tê-la perdido algures na rua e nem me apercebi.
Faltam menos de 15 minutos para a meia noite e, apesar de não ser supersticiosa, só quero que passem depressa.

quinta-feira, julho 12, 2007

dia 12 anda à roda

Da lotaria dos genes não me queixo. Já na roleta do amor, saiu-me muita garganta e fracas amigdalas.
Vou ali à farmácia e volto já.

feminilidade / feminulidade

Quando parece que finalmente consigo uma coisa que já queria há muito tempo, em vez de ficar feliz fico confusa.

terça-feira, julho 03, 2007

conversa de cabeleireiro

Ultimamente começa a tornar-se regra, quando entro num cabeleireiro e peço para cortarem curto, começarem a lavagem cerebral.
"Mas tem certeza?"
"Curto? Mesmo curto?"
"Ai não faça isso que se vai arrepender!"
"Mas quer volume, é? Não precisa de cortar!"
"É um crime cortar esse cabelo!"
"E se fizer antes madeixas?"
Acabo por desistir e anuir fazerem o que acharem melhor (desde que não sejam madeixas). Depois todos vêm mexer.
"Ai é mesmo fininho!"
"Tem tanto cabelo!"
"Mas que pesado que é"!"
No final parece-me sempre estranho ser eu a pagar, não é "o cliente tem sempre razão"?
Chego a casa e o
marido diz-me que estou igual.