Há algum consolo em percebermos que não estamos sós. Uns acabam, outros param ou dão um tempo e eu vou reclamando.
O meu pai costuma contar a história de uma vizinha que sempre que era mandada à fonte para buscar água, fazia todo o percurso de ida e volta a repetir «Não vou!». Várias vezes, conta ele, estava já a entregar o jarro de água à mãe e continuava a repetir «Não vou!». Tinha uma perturbação mental. Identifico-me completamente.
2 comentários:
lol
croma!
LOOOL Só tu Raquel!
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