quinta-feira, junho 16, 2005

let's get personal

Houve tempos em que achava que determinadas situações no local de trabalho podiam justificar um pedido de demissão por obrigarem à incoerência alguém que fosse crente (por crente entenda-se, que acredita que Jesus é o filho de Deus, que pagou pelos seus pecados com a morte e que efectivamente ressuscitou no terceiro dia). Dos purinhos que sentem necessidade de se isolarem do mundo (celebrizado pelos mosteiros e conventos onde, afinal, o mal chega tanto ou mais) passo para a certeza de que há contextos de trabalho que se suportam pela fé. Não fosse ela e já tinha fugido.

1 comentários:

Ana Rute Oliveira Cavaco disse...

sim, há pormenores que é passar ao lado!