Houve tempos em que achava que determinadas situações no local de trabalho podiam justificar um pedido de demissão por obrigarem à incoerência alguém que fosse crente (por crente entenda-se, que acredita que Jesus é o filho de Deus, que pagou pelos seus pecados com a morte e que efectivamente ressuscitou no terceiro dia). Dos purinhos que sentem necessidade de se isolarem do mundo (celebrizado pelos mosteiros e conventos onde, afinal, o mal chega tanto ou mais) passo para a certeza de que há contextos de trabalho que só se suportam pela fé. Não fosse ela e já tinha fugido.
quinta-feira, junho 16, 2005
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1 comentários:
sim, há pormenores que é passar ao lado!
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