Há algo de perverso no facto de ambos os vizinhos (o do lado direito, no mesmo prédio e o do lado esquerdo, outro prédio) ressonarem tremendamente alto e fazerem-se ouvir generosamente cá em casa. Porque estão em casa deles, podem fazer o que bem entenderem. Eu, por outro lado, estou na minha e não sei o que fazer.
domingo, novembro 29, 2009
quinta-feira, novembro 26, 2009
ºC
Não sei como é que consegui trabalhar durante tantos anos em locais sem ar condicionado. E não é força de expressão, sou tão friorenta que não sei mesmo como consegui sobreviver.
cafeína
"estive tentada a arranjar uma Nespresso. O café é delicioso, a máquina é toda bem desenhada, as cápsulas são apetitosas e o George Clooney é muito giro." Escreve a Inês Nogueira, aqui. Eu subscrevo, até no "Mas" que vem a seguir. Cá em casa continuo a achar piada à rotina do café de saco, ao processo, àqueles gestos que vou fazendo maquinalmente à medida que acordo de facto, ao aroma que se espalha pela casa toda enquanto tomo duche e aos barulhinhos da água a ferver.
quarta-feira, novembro 25, 2009
melhor é possível mas improvável
O temporal lá fora torna o trabalho tão mais apetecível. Nestes cerca de seis metros quadrados a 22ºC, a chuva a bater nos vidros embala-me.
terça-feira, novembro 24, 2009
sábado, novembro 21, 2009
singing in the rain
Também prefiro o Parque das Nações com chuva. Lisboa tem outro encanto nestes dias.
terça-feira, novembro 17, 2009
coisas que têm que ficar registadas
Conduzir sozinha pela 24 de Julho numa tarde chuvosa de domingo ao som da Radar é muito bom.
sexta-feira, novembro 13, 2009
sexta 13
Podia andar-se a 180Km/h, na boa, esta manhã na A2 (norte-sul), sem stresses e sem caos. Um grande dia!
segunda-feira, novembro 09, 2009
terça-feira, novembro 03, 2009
Novembro
é o meu mês preferido. Um mês em que não acontece nada. Um mês cheio de tempo, de pausas, um mês estranho que salta fora do esquema e parece não pertencer ao mesmo ano que os restantes. É o mês em que páro, penso e sinto saudade. Hoje em particular, saudades de Évora. Saudades da nossa casa, do restaurante do costume, das rotinas de trabalho, dos abraços dos amigos que deixei lá, das cores das folhas dos plátanos nesta altura do ano, do cheiro da terra, dos sons da ribeira, das pedras da calçada, dos chás no Hotel da Cartuxa (o café a que ia, fechou entretanto), dos pastéis de nata d'O Condestável, dos croissants quentes da panificadora, das coisas bonitas da "A que sabe a Lua?", do jardim, da mata, das praças, das esplanadas, dos sons e dos silêncios.
domingo, novembro 01, 2009
enough
Estou a acabar de assar castanhas, já liguei à minha mãe a pedir-lhe que me guarde algumas merendeiras do "pão por Deus" e a partir de agora só uso botas e collants opacos. Decidi passar das palavras à acção, se o Outono não vem à Raquel, vai a Raquel ao Outono. Estou até a pensar ligar a ventoínha na sala para simular um ventinho fresco.
quinta-feira, outubro 29, 2009
flower power
Esta semana tem sido de dias de trabalho tão longos que custa distinguir onde acaba um e começa outro, a mudança de hora também me afectou como nunca antes e ando com sintomas de jet lag - acordo sempre uma hora antes do despertador tocar.
Para me compensar, esta manhã ofereci-me um grande ramo de flores. Olho para elas e estou feliz.
quarta-feira, outubro 28, 2009
stop
Ontem às 21h30 fui parada por outra operação stop (tenho alguma coisa que as atrai). Os senhores agentes mais boa onda que alguma vez conheci. Tinham mesmo sentido de humor apurado, foi divertido. Estava tudo em ordem.
domingo, outubro 25, 2009
Outubro é mês de arrumação
A fada do lar que mora sossegada no canto esquerdo do meu cérebro anda em limpezas anuais. De espanador em punho e janelas escancaradas não me dá descanso. Ninguém tem culpa, por isso deixo-a à vontade por aqui, pelos lados da minha versão ultra-feminina.
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